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Santa Cruz de Monte Castelo e região 16:50
05/12/2017 às 09:11:00

Estado intensifica ações para o fim da vacinação contra a febre aftosa e ser considerado Livre da Febre Aftosa Sem Vacinação.

A vacinação pode e deve ser substituída pela vigilância na sanidade animal,

Redação
Terminada mais uma campanha anual de vacinação contra a febre aftosa, a atenção das autoridades estaduais e lideranças que representam o setor pecuário se volta agora para o movimento que visa acabar com a vacinação no Estado.
Entidades como Sociedade Rurais, Sindicatos Rurais e Secretarias Municipais de Agricultura, já manifestaram apoio integral ao movimento Paraná Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação.
O Paraná, segundo proposta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, constituiria um bloco com os estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, com a previsão de obter o reconhecimento de área livre de febre aftosa em 2024, porém o Estado quer antecipar esta conquista para 2021.
Essa estratégia de erradicação da febre aftosa no Paraná, sem vacinação, traria uma economia de aproximadamente 1 bilhão e meio de reais para um período de 20 anos, conforme estudos realizados e essa economia viria com a valorização da carne, decorrente da conquista de mercados, suspensão da vacinação e outros custos.
Segundo o secretário Norberto Ortigara, pelo menos dois terços da carne suína produzida no Estado está fora do mercado mundial porque o Paraná ainda vacina o gado contra febre aftosa, considerado um instrumento arcaico em todo o mundo.
De acordo com o Secretário, a vacinação pode e deve ser substituída pela vigilância na sanidade animal, com instrumentos que requerem mais tecnologia e estão integrados com o cenário atual.
Segundo ele, essa substituição é possível, principalmente porque a partir de 2014, quando a Organização Internacional de Epizootias, que reconhece internacionalmente o status de regiões e países, mudou os critérios de identificação de focos de febre aftosa e formas de solucionar o problema.
De acordo com esses novos critérios, se a região ou País comprovar que tem agilidade e capacidade para acionar o serviço de sanidade, identificar com rapidez o foco da doença que possa surgir, estabelecer um raio de ação para controlar e erradicar o problema em 90 dias, a região pode voltar a abater e exportar.
O Paraná acordou auditoria junto ao Ministério da Agricultura, que é quem vai reconhecer se o estado pode ser considerado livre ou não de febre aftosa sem vacinação.
Os resultados serão conhecidos a partir de janeiro, quando a auditoria, que tem o propósito de verificar a capacidade do serviço veterinário, suas fortalezas e vulnerabilidades e as ações que são críticas para o alcance do novo status, seja concluída.

Tags: Postada por Sirlene Angelo, ,
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