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Brasil: Atendendo ao povo, Bolsonaro vai ao STF contra decretos de ‘lockdown’ impostos por governadores

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O presidente da República, Jair Bolsonaro, declarou durante a tradicional live presidencial desta quinta-feira (17) que enviou uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ao Supremo Tribunal Federal (STF), contra a imposição dos decretos de “lockdown” por parte de governadores e prefeitos.

“Entramos com uma ação hoje, ADI, junto ao STF, buscando conter esses abusos [de governadores e prefeitos]. A nossa ação foi contra decretos de três governadores, que, inclusive, nos decretos, eles colocam ‘toque de recolher’, estado de sítio, que somente uma pessoa pode decretar: eu. E mesmo assim, quando eu assino, ele vai para o Parlamento votar, dependendo da aprovação dele para entrar em vigor”, comentou o  presidente.

“Agora, um decreto de um governador ou prefeito tem o poder de usurpar a constituição. Entramos com essa ADI no Supremo e ele vai decidir. Não vou emitir nenhum juízo aqui, mas queremos ter uma resposta no tocante a isso”, declarou.

O presidente Bolsonaro também declarou que enviou um projeto à Câmara dos Deputados para definir como atividade essencial todo trabalho legal que permita o sustento dos brasileiros.

“O coitado da esquina que tem um boteco, uma lojinha de secos e molhados, o cara que vende um ‘churrasquinho de gato’ na rua ou que tá empurrando um carrinho de pipoca, esse é bandido, é preso? Não tem cabimento isso! Vamos esperar as coisas fluírem, deixa acontecer, deixa o Parlamento”, disse Bolsonaro.

“Eu sei que tem gente que tá passando fome, que quer trabalhar hoje, tem gente que quer ir visitar o parente que tá passando mal à noite e é impedido, é multado. Isso é um abuso! As pessoas que baixam esses decretos são projetos de ditadores! Aquilo que eles estão me acusando, são pessoas que acusam os outros do que elas são”, declarou.

 “Pra mim é muito fácil aderir ao lockdown, é bacana, é politicamente correto. Mas eu estaria traindo a minha consciência se eu agisse dessa maneira”, disse Bolsonaro. “Lockdown só serve para uma coisa: deixar o pobre mais pobre”, finalizou o presidente.

Matéria de Brehnno GalganeTerça Livre

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